domingo, 22 de fevereiro de 2015

Peça Tribos, com Antônio Fagundes: Minha apreciação.

Foi na noite do Sábado 21/02 que eu realizei um sonho e prestigiei um estrondo! Estrondo de primorosidade, qualidade e sensibilidade na apresentação da comédia perversa Tribos, a peça que veio para o Teatro Municipal de Botucatu e lotou nas duas seções! 
Foto: Ofuxico.com.br
Com um humor sarcástico, desenrolar veloz, dinamismo delicioso e diálogo afiadíssimo, a obra de Nina Raine foi muito bem adaptada pelo grande e talentosíssimo elenco composto por: 
Bruno Fagundes, Arieta Corrêa, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon, Maíra Dvorek e o grande ídolo Antonio Fagundes. Acompanhado do seu querido filho, o rei das novelas deu uma lição de dedicação ao trabalho, principalmente quando, ao fim da segunda sessão, quando os atores todos se disponibilizaram á bater um papo esclarecedor com a platéia. 
Eu, claro, fiquei lá para conhecer mais do elenco e do texto e, claro, tentar realziar meu sonho de olhar olhos nos olhos desse grande ídolo e tirar uma foto com ele. E consegui! Dê uma olhada nas fotos que tirei com ele e com o querido e também grande, seu filho, Bruno Fagundes!
Eu e o bonitão, cujo último trabalho na televisão foi em "Meu Pedacinho de Chão", que mostrou simpático e atencioso para com o público, só não gostou quando brinquei chamando seu pai de "O Rei do Gado".
"- Rei do Gado foi um personagem que ele fez, não é ele. Ele tem o nome dele." disse Bruno em tom sério. Mas continuou á esbanjar simpatia com o resto dos fãs que fizeram plantão junto comigo para tirar fotos.
Depois foi a vez de ir atrás do pai do ator, que pra mim é um grande ídolo e inspiração!
Apressado para ir embora e já dando tchau pra todo mundo, o Fagundão aceitou parar pro seu fã número 1 aqui tirar essa foto e agradeceu ao ouvir de mim "- O senhor é um grande ídolo pra mim!". Momento inesquecível!


Antes de partir, durante a conversa do elenco com a platéia, ele deu um discurso para a platéia contando a história do texto, sua mensagem e um resumo da história da luta pela legalização da linguagem de sinais e do preconceito para com surdos. Lembrando aos jovens atores, como eu, que quando estás participando de uma produção dramaturga, não se deve apenas decorar falas e se concentrar na interpretação, mas sim conhecer o assunto e tema principal. Ter um estudo aprofundado sobre o tema em questão e dominar o assunto. Após ter explicado basicamente tudo sobre a peça, o ator abriu ás perguntas.

Com humor, reagiu ao silêncio dos botucatuenses (provavelmente ainda deslumbrados em estar frente á frente com um dos deuses da dramaturgia nacional) com bom humor : 
"- Como a primeira pergunta é sempre a mais difícil, vamos pra segunda! Podem fazer!" e começaram os questionamentos e rasgação de seda. Após ter respondido em três vezes á três pessoas diferentes sobre qual a mensagem que a peça quis passar, além de já ter explicado isso no discurso inicial, o ator respondeu á um cidadão que pediu que eles explicassem a peça em poucas palavras, mais uma vez, com bom humor: 
"- O senhor me desculpe, mas se em uma hora e vinte minutos a gente não conseguiu lhe passar a mensagem, não será em cinco minutos que iremos traduzir!". 
Essa sua resposta gerou polêmica, muitos acharam que ele foi grosso mas eu, em minha modesta concepção, discordo do que muitos acharam. Eu teria respondido a mesma coisa se estivesse em seu lugar, levando em conta o tempo em que a peça expôs e tratou muito bem do assunto da surdez humana e o tanto que eles já haviam explicado, sua resposta foi no mínimo civilizada. Mas essa é uma das características típicas de interiorenses das quais eu mais detesto: não saber lhe dar com a sinceridade e e respostas diretas.
Da-lhe Fagundão!!
Mas, pra quem não pode ir, um breve resumo sobre a peça e sua mensagem: Tribos aborda a surdez universal e divide o tema em duas categorias: dos surdos que são fisicamente incapazes de receber estímulos sonoros; daqueles que não conseguem ‘calar-se’ por tempo suficiente para entender uma realidade diferente de sua própria. "Somos só mais um na multidão"; "O mundo é surdo", diz Billy. Existe surdez maior que o preconceito; que o orgulho; que a ignorância; o egoísmo; a falta de amor?

Bruno Fagundes contou á platéia sobre o laboratório que fez para interpretar um surdo, junto com a atriz que também interpretou uma personagem surda, a namorada do Billy.
Uma das coisas que merecem mais destaque desse espetáculo e que é inovador, o fato de conter uma intérprete de LIBRAS oficial no canto do palco que, no decorrer da peça, vai contando na linguagem de sinais tudo que está se passando. Ela se chama Mirian Caxilé e só esteve na primeira sessão. As luzes piscaram em sinal de que eles deviam ir embora, então o elenco despediu-se do público e se retirou. Eu não resisti e fui lá nos camarins dar meus parabéns á todos e filar umas fotos! Hahahahaha. 

Sinopse:
Billy (Bruno Fagundes) nasceu surdo em uma família de ouvintes, liderada pelo pai Christopher (Antonio Fagundes) e pela mãe Beth(Eliete Cigarini), e completada pelos irmãos Daniel (Guilherme Magon) e Ruth (Maíra Dvorek).

Ele foi criado dentro de um casulo ferozmente idiossincrático e politicamente incorreto. Adaptou-se brilhantemente às maneiras não convencionais de sua família, mas eles nunca se deram o trabalho de retribuir o favor. Finalmente, quando ele conhece Sylvia, uma jovem mulher prestes a ficar surda, Billy passa a entender realmente o que significa pertencer a algum lugar.



Fonte: http://www.tribosnet.com/

Taí! Minha recomendação á todos: peça Tribos! Vi e gostei muito. Obrigado e que Deus abençoe!

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Minha volta ao Pedretti: grande choque de realidade.

Saudações galera querida! Na segunda feira 02/02/2014 eu voltei oficialmente á estudar na Escola Pública Estadual Professor José Pedretti Neto, reencontrando amigos e uma dura realidade da qual já havia naturalmente esquecido, apesar de já ter vivenciado há 5 anos atrás, quando estudei nessa escola pela primeira vez. Denomino esse episódio no seriado "Vida de Jorge Drew" como "A Volta do Filho Pródigo" (rs). Reencontrando pessoas do passado, amigos de longa data e passando á conviver com gente que eu estava acostumado á ver poucas vezes ou só por internet. Sendo o centro das atenções e olhares dos que me não conheciam, me senti um estranho no ninho, mas relativamente confortável ao lado de gente que já conhecia.
Posso definir essa minha primeira semana no Pedretti como impactante



Todos sabem que eu estou nessa escola porque saí da Industrial, mas não fui sozinho, uma colega das antigas e vizinha de bairro também trocou a mais conceituada da cidade por uma das mais julgadas de forma negativa pelos botucatuences. E como estamos no mesmo barco, fomos juntos pra escola, compartilhando daquela ansiedade gostosa de volta as aulas e uma tranquilidade que dizia "eu já sei o que vou encontrar, vou tirar de letra", que foi cruelmente destruída logo nos primeiros dias. Mas primeiro vamos falar dos pontos positivos, como a imensa alegria que bateu assim que coloquei os meus olhos no belo estado que a escola se encontra no quesito aparência e infraestrutura. Na época em que estudei ali pela primeira vez, parecia mais que eu estava numa cadeia do que num ambiente de estudo. Tudo muito velho, feio e caído. Hoje encontra-se o contrário, felizmente. Alguém que estudava na escola em meados de 2008-2009, época em que eu estudava lá, jamais pensaria que um dia chegaria á ver o Pedretti tão bem cuidado, tais como mostram essas fotos:



















Imagens: blog da escola José Pedretti Neto.

Apesar de as salas de aula ainda terem aqueles armários inúteis que só atrapalham e as portas dos banheiros não terem trinco, o Pedretti está de parabéns no quesito físico! Melhorou muito.

Este é o lindo Ipê rosa que encanta á todos que passam na frente da escola na época da primavera, num maravilhoso espetáculo de cor e vida!

Eu saí de lá no começo de 2010 e fui pra particular Tyto Alba, depois passei pela municipal Jonas Alves de Araújo e a técnica Industrial. Essas três instituições de métodos diferentes de ensino, me deixaram acostumado á um padrão escolar do qual hoje eu me arrependo das vezes que critiquei. Por mais que todas tenham seus defeitos cabulosos, ainda sim são ambientes tranquilos de se estudar, principalmente se você não questionar nada á direção. 
Mas ainda dá pra estudar e encontrar quem lute pela escola, quem goste de estar ali, quem vê motivo pra lutar pelos alunos. Já no Pedretti, chega á dar tristeza a situação. Há tempos, e quando eu digo tempo é tempo MESMO, não via uma cena da qual eu vi se repetir no mínimo três vezes nessa primeira semana na minha sala de aula: um aluno alterando a voz com o professor num gritante desrespeito. Usando de exemplo uma cena que me deixou perplexo esta semana: uma chegou na sala e começou á passar o conteúdo, vendo não estava sendo ouvida por conta da algazarra, ela chamou a atenção da sala. Os alunos do fundo riram de sua cara e retrucaram com ignorância. A professora, que é uma senhora, começou á tossir devido ao pó do giz e a risadaria foi maior ainda, sendo ecoado do fundo da sala "É o cigarro!". 
Aquilo foi o estopim pra sala se transformar num ringue de luta entre a professora e os alunos. O que era pra ser uma aula de conhecimento se transformou num bate boca onde o assunto era quem tinha mais moral e poder ali dentro.  Desistindo de brigar, a docente passou como matéria para aquele dia. Eu não lembro qual o motivo, mas teve um aluno que não aceitou as críticas que ela proferiu á seu trabalho e além de retrucar, ainda tirou um papel de suas mãos á força, desobedeceu a ordem de permanecer dentro da sala e saiu batendo a porta em sua cara. Esse aluno não foi nem sequer advertido por sua atitude. Que foi apenas mais uma. Por várias vezes, é possível dar de encontro com a lamentável cena de um(a) professor(a) estar dando aula e a maioria da sala não estar dando a mínima atenção, conversando em tom alto, brincando entre si, sentados de costas para o mestre num completo desdém, não se importando se ele levou um tempo pra preparar essa aula ou não. 
Doeu muito ver professores visivelmente esforçados dando uma aula tão boa e tão ignorada, o que salva é a meia dúzia que se interessa e participa. Fora as cenas de agressão verbal e até mesmo física saída de alunos para os mestres, que ainda tem que aturar cobranças sem sentido de alunos que não prestam atenção na aula mas ousam desafiar seus vários anos de magistério. Um bullyng pesado. Essa professora, sabendo que eu vim da Industrial, me disse que eu vou sentir fortemente a diferença de nível entre essas instituições. Um outro professor disse o mesmo e ainda que eu iria me arrepender amargamente.  
Aí já entramos no assunto que diz respeito á parcela de culpa que os docentes tem da má fama e má conduta da José Pedretti Neto: o desdém. 
Muitos alunos já me contaram e eu mesmo presenciei o fato de que muitos professores demostram plenamente em sala de aula mesmo o desânimo por estar ali, alguns até se referem ao local em termos impublicáveis. Como se fosse um caso perdido
Na minha concepção, um caso só é perdido quando ninguém mais vê motivos para lutar por ele.  Esse desânimo dos professores reflete nos alunos, que devolvem o desdém com rebeldia e ignorância. Um exemplo é outra docente.
Durante a sua aula, eu á perguntei se ela explorava certas técnicas diferenciadas de passar a sua matéria, como via outro professor da mesma matéria fazer na outra escola.
A resposta me doeu muito:

"- Até tenho ideias boas que envolvem essas demais técnicas, mas como  posso por em prática com esse tipo de gente? Alunos desinteressados e mal educados como esses? É muito baixo nível."

Eu até me conformaria com essa resposta se fosse afirmativa a sua resposta á outra pergunta que faço: Mas você já tentou?

Como um professor julga algum aluno de incapaz sem nem ao menos ter tentado o levar á produzir algo? Se pra ela ali não há quem possa ter bom desempenho numa aula de artes, eu já contei dois! Dois artistas na minha sala do qual eu gosto muito, o Lucas Silva e Marcelo Rodrigues, um da dança e outro da poesia. 

E quantos outros talentos não podem ser encontrados ali, se não fosse a falta de interesse dos docentes em procurar e investir nos alunos?!?!?!
Como na vida, tudo é um jogo de TOMA-LÁ-DÁ-CÁ e se um professor passa desânimo quanto á escola e seus leigos, os alunos respondem da mesma forma. Conheço, conheci e estou conhecendo muitos alunos dali que tem o interesse de crescer e ver evoluir o ambiente escolar, mas nem se deslocam até a direção para cobrar algo ou pedir por mais atenção. Quando pergunto o por que do receio de por a boca no trombone, a resposta é que já desanimaram após tantas tentativas frustradas. Ou seja: falta de comunicação de ambas as partes. Os alunos vêem docentes e direção como inimigos, o que esta errado. É preciso manter uma ponte de comunicação entre as partes, para que possa-se manter a ordem. 
Muitos continuam á  me criticar pelo fato de ter trocado ETEC por uma escola estadual, mas na realidade, o que mantém a primeira níveis acima da segunda e de qualquer outra escola publica é somente rigorosidade e comprometimento do Centro Paula Souza, que é muito eficaz. Já a escola em que me encontro hoje pertence ás frias mãos do governo do Estado de São Paulo, do qual não podemos esperar muito. Esse ano mais do que nunca, já que foi avisado que o material que todo ano disponibilizam aos alunos, foi cancelado por falta de verbas. 
Porém, eu ainda acredito que, mesmo que o governo não ajude muito, quem está dentro da escola pode fazer algo para ajudar sim. 
Começando á levar os docentes, funcionários e alunos á acreditar na escola e lutar por ela. Um passo que precisa ser dado para a evolução de José Pedretti Neto, á nível de urgência. 

É como o Brasil: se sua própria população o menospreza, que estrangeiro  vai olhá-lo com olhos positivos?! 

Se você não trabalha sua auto estima, quem vai trabalhá-la para você?

Venho dividir com vocês essas observações pelo fato de não serem características exclusivas á escola Pedretti Neto, mas sim da maioria das escolas estaduais. Em todo meu tempo de escola, que se encerra este ano, eu passei por instituições de ensino particular, municipal, técnica e estadual. De todas, a pior foi, sem duvidas, a ultima. Uma tristeza levando em conta o fato de que esta é sustentada pelos impostos pagos pelos nossos pais, ou seja, não é de graça. Uma coisa muito pouco lembrada é este fato: o ensino público não é de graça. Então nós temos todo o direito de reclamar e cobrar cada vez mais dignidade do governo em relação á educação precária que se encontra no Brasil. Mas esse clichê a gente discute depois, voltemos á minha primeira semana de aula:
 Não é por nada não, mas eu sinto que esse ano será O ANO! 
Só os primeiros dias já deram uma pequena prévia de que será um ano cheio de vitórias, lutas, choros&risos e bastante suor!!
Uma situação engraçada foi que, no terceiro dia de aula, alguém escreveu num papel que fica grudado em frente á sala de aula o meu nome vinculado ao termo "GAY", numa clara tentativa de ridicularização. Como eles ainda não haviam percebido que eu sou assumidamente apaixonado pela minha homossexualidade, eu resolvi dar uma colher de chá e entrei na brincadeira. Abaixo, os "complementos" que dei á essa "homenagem" que me fizeram logo na primeira semana de aula (rs):



E esse foi apenas o começo da minha jornada no Pedretti, aonde eu não pretendo abafar minha sagaz e incansável vontade de ajudar, curiosidade, minha xeretisse e principalmente meu lado revolucionário. Pois aonde quer que você esteja, o importante é ser você! E a coragem/cara de pau é forte característica ! 
Pra explicar melhor o que to querendo dizer, indico á vocês, caros leitores, ouvirem essa esplêndida composição de Pitty, que muito diz do meu interior:

Todos Estão Mudos - Pitty:

"Há quem diga que isso é velho
Tanta gente sem fé num novo ar
Mas existe o bom combate
É não desistir sem tentar

Não espere, levante!
Sempre vale a pena bradar
É hora
Alguém tem que falar!!"

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

"É como se a natureza fizesse parte de nós, como se fossemos um só ser!" explicam os corajosos Aventureiros da Cuesta!

Estava eu vagando pelo Facebook, quando dou de cara com esse perfil de nome interessante que me deixou curioso! Quis conhecer e saber do que se tratava e o resultado é muito legal!

Um grupo de amigos, fãs e amantes da Mãe natureza, que decidiram juntar-se e formar um grupo aonde poderiam compartilhar entre si e com o mundo os descobrimentos e as aventuras nos paraísos verdejantes da nossa terra. Esses são os:

                           


A identidade deles é um mistério do qual só é revelado á quem tem a oportunidade de acompanhá-los em alguma de suas tours, desbravando os mistérios e as maravilhas das matas e das serras da Terra do Saci, a nossa querida Botucatu! 

Denominando-se de "meros paparazzis da natureza", eles preferem manter o anonimato pois quem realmente deve ser contemplada e conhecida é a nossa terra, esse paraíso verde do qual eles revelam em fotos no Facebook. Em conversa com o JorgeDrew&Você, contam que o grupo surgiu de repente:

"Entre amigos, cada um tirava suas fotos e publicava em seu face pessoal, assim estas fotos não podiam ser vistos por todos, pois cada um tem a sua privacidade. Então surgiu a ideia de montar um face com nome de "Aventureiros da Cuesta", um lugar publico, onde todos poderiam prestigiar o trabalho de cada um. Os integrantes são de Botucatu mesmo, e o nosso maior objetivo é mostrar aos internautas o quão é linda a nossa região, através de fotos e videos"

Fotos lindas como essas:





E eles revelam também que ainda vem imperdíveis novidades por aí:

"Futuramente, o grupo irá fazer passeios, levando pessoas para conhecer tais lugares e fazer altas aventuras, mas por enquanto, nós estamos em processo de reconhecimento dos locais e trajetos, mais nada impede de alguem que estiver interessado em acompanhar o grupo nas jornadas que fazemos."

Perguntados se não podiam nos enviar uma foto deles, os aventureiros insistem em manter-se misteriosos.

"Então, nós não mostramos o rosto! Nós estamos no anonimato por enquanto, pois nunca imaginamos que em pouco tempo teríamos tantos amigos internautas. O nome do grupo que é a essência da aventura e não as pessoas que fazem parte dele. Nós somos uns meros paparazzi da natureza."


Essas duas fotos são da Toca da Onça, aonde passaram os aventureiros!

JorgeDrew&Você: Como vocês planejam as viagens, os passeios? Como é a rotina dos aventureiros?

AventureirosDaCuesta: Os passeios são programados de acordo com as pessoas que vão, ou seja, se a pessoa aguenta passeios longos, então a aventura será mais difícil, mas, se a pessoas que nos acompanham ainda não encara uma aventura Hard, então esse passeio será mais leve. A rotina do grupo resume em fazer aventura, mas, fazendo com segurança, para não prejudicar ninguém. A maioria das aventuras são realizadas nos finais de semana ou feriados, devido que cada membro possui a sua rotina de trabalho durante a semana. Quando fazemos aventuras curtas, aí fazemos durante a semana, antes ou depois do trabalho.

JorgeDrew&Você: Como fazem pra não se perderem nas verdes imensidões da Cuesta?




AventureirosDaCuesta: De vez em quando nós nos perdemos, pois de vez em quando vamos por 
caminhos diferentes com objetivo de descobrir cavernas, cachoeiras, etc.Mas a maioria dos caminhos ja são manjados, ou seja, conhecido por todos que praticam aventuras pela cuesta. Quando nos perdemos, nós mantemos a calma e procuramos por trilhas, estradas, que podem nos levar à algum lugar.
               
JorgeDrew&Você: Passam muito perigo nessas aventuras? Qual o maior perigo que já numa dessas ?

AventureirosDaCuesta: Nas aventuras sempre se passam perigos. Podemos cair da bicicleta ou moto, por exemplo. Depende do esporte, na verdade. Quando praticamos cachoerismo, há possibilidades de escorregamento nas pedras dos rios ou até mesmo cair de cabeceiras de cachoeiras. 

Lembrando que todas as aventuras nós nos protegemos utilizando EPIs, para o determinado esporte. 
Um dos maiores perigos que ocoreram foi uma trilha pé numa mata assim deparamos com uma cobra e um dos aventureiros pisou nela, pois estava camuflada na serrapilheira da mata, mas graças a Deus a cobra não o picou, pois não daria tempo de levar ao hospital devido a distancia da cidade.



Outro perigo, foi quando um aventureiro estava sobre o pico (cabeceira) de uma cachoeira ele escorregou e quase caiu do precipício, mas graças a Deus também foi só um susto.

Sempre que entramos numa mata, escalamos cachoeira, andamos de bicicleta ou moto, sempre estamos correndo perigo, de frente com o perigo. Mas sempre fazendo as aventuras consciente dos perigos, então sempre tomamos muito cuidado.




Outro perigo, um dia fomos fazer uma caminhada, mas quando saimos o tempo estava firme, e de repente começou a fechar o tempo e nós estavamos no meio do "nada", onde não havia sequer um cocho de gado coberto pra se esconder e começou a trovejar e a relampiar, então a nossa unica saida foi nos curvar, pois se ficarmos em pé então seriamos um alvo facil para sermos atingidos e de acordo com alguns pesquisadores quando se está num lugar e está caindo chuva com raios o melhor metodo para se proteger é ficar curvado, como um corcunda, também deve-se evitar picos altos e também se esconder embaixo de arvores e ficar dentro de rios.


JorgeDrew&Você:Da onde vem tanto amor pela natureza? O que nela os atrai? O que vocês sentem por ela e por que?

AventureirosDaCuesta: Nós nos sentimos bem quando estamos no ambiente natural, como se nesse lugar fosse o nosso habitat, a nossa casa e isso não tem preço. Na natureza o que nos atrai são os picos, as quedas d'água, as matas, os rios, nascentes, os animais silvestres que vemos pelo caminho, etc.
Como voce mesmo disse, nós sentimos amor, é como que a natureza fizesse parte de nós, como se fossemos um só ser. Só quando estamos no meio dela é que esquecemos dos problemas pessoais, quando estamos no meio da natureza nos sentimos calmos, alegres, satisfeitos. E quando estamos natureza, a cabeça esfria, e só assim conseguimos raciocinar para resolvermos os nossos problemas que ocorrem em nossas vidas e assim tocar com muita sabedoria em sem estresse e depressão, que são os males que nos acompanham neste mundo tão conturbado que vivemos hoje, portanto quando estamos nos aventurando, também vem na mente metodos para resolver ou amenizar nossos problemas pessoais, é como que a natureza nos "falasse" o que devemos fazer. Além de amarmos a natureza, também a respeitamos, ou seja, não jogando lixo por onde passamos, não destruindo a flora e nem caçando nenhum animal, por mais horrendo que seja, pois somos nós que estamos invadindo o espaço deles e não eles o nosso.



JorgeDrew&Você: O que de mais bonito e de mais horrível vocês já viram nessas viagens?

AventureirosDaCuesta: Então, fica difícil, mais os lugares mais lindos foram: As três pedras no sitio tres pedras, a Pedra no Índio no sitio planalto, as cachoeiras do Canela e da Marta que ficam na saída de Botucatu, a serra do Paulete, a Serra do Pical, a Serra do Santo Antonio, Serra do Veio, a Base da nuvem, O gigante adormecido, A igrejinha da serra de Botucatu, lá tem uma vista linda, No vivan, etc...
Não temos o que reclamar da natureza em si, o que nos deixa triste é ver rios sem matas ciliares, encostas e morros descobertos sendo levados pela erosão, com esta estiagem fora do comum estamos vendo minas e bicas d'aguas secarem, onde nós abastecíamos nossos cantis, hoje já não dá mais pra fazer isso, pois secaram essas fontes de água.
Outra coisa que nos deixa perplexos é ver as cachoeiras cheias de lixo, onde as pessoas vão se banhar e fazem piquinique, mas não levam o lixo que produzem e deixam a deriva nos rios, é um absurdo isso. Também achamos animais silvestre mortos pelas estradas devido atropelamentos por automóveis.
Também já vimos pessoas defecarem nas margens dos rios. Por que não evacuam em casa ao em vez de contaminar o ambiente, prejudicando a saúde das pessoas e dos seres vivos do local?!
Portanto, tudo de horrivel que vemos pelo caminho são obras do próprio homem e nunca da natureza. Como pode, um animal destruir o habitat onde pode gerar alimento e água?!


Um dos lugares que os Aventureiros citaram na última resposta, A Base da Nuvem, foi também o mais recente passeio que fiz pra me aproximar da natureza e também um dos lugares mais maravilhosos que estive na vida! Confira umas fotos que tirei no dia em que estive lá e umas que os Aventureiros fizeram do amanhecer neste deslumbrante cenário:





JorgeDrew&Você:Vocês também fazem jornadas num dia e voltam no outro?
AventureirosDaCuesta:Sim, a maioria dos passeios à gente sai cedo e volta de tardezinha, mas
de vez em quando nós armamos barraca, ou seja, nós dormimos no meio da cuesta, nós acampamos no sitio três pedras, na base das três pedras, literalmente, e também acampamos no sitio planalto, onde está localizada a pedra do índio, os donos dos locais cobram R$ 10,00 por cabeça para passar a noite em suas propriedades, é uma experiência única.


JorgeDrew&Você: E os aventureiros tem projetos maiores pro futuro?

AventureirosDaCuesta: Sim, futuramente, queremos ser um grupo de turismo com aventura, ou seja, sermos guia até os pontos turísticos da Cuesta, como: três pedras, gigante, indiana, Cascata Marta, véu da noiva, etc...

JorgeDrew&Você: E oque vocês aconselham pra quem quiser fazer um passeio desse por conta própria? por exemplo
se eu quiser chamar um amigo e ir passear pela Serra?

AventureirosDaCuesta: Nós que estamos a tempo no ramo, aconselhamos levar agua, levar e usar filtro solar, usar roupas confortáveis, usar boné se for a pé, ou capacete se for de bick ou moto, também é bom levar algo pra comer pra restaurar as energias como frutas, barrinhas de cereais, etc. Sempre é bom levar celular para o caso de emergência. Se for de bick é bom levar kit pra arrumar pneu furado, câmara de reserva, ferramentas pra fazer o conserto. Também aconselhamos que conheçam bem o caminho que irá fazer, caso não se conhece o caminho, é bom sair cedo para dar tempo de chegar, caso se percam. Também aconselhamos não fazer passeios no periodo de chuva, pois há uma incidencia enorme de raios, e no meio do nada, não há como se proteger, pelo contrario, serão um alvo fácil.


JorgeDrew&Você:E para salvar a natureza? O que se deve fazer em sua opinião?
AventureirosDaCuesta:Pra salvar a natureza, basta, cada um fazer a sua parte, ou seja, quando vai andar no meio ambiente, todas as embalagens de alimentos que forem consumidos, deve-se guardar e jogar nas lixeiras da cidade e não jogar no chão, pois este lixo pode ser lixiviado pela chuva para os rios, algum animal silvestre ou animal domestico de propriedades rurais podem comer este lixo, e também degrada o solo, pois estas embalagens levarão anos para ser degradado.


JorgeDrew&Você: Um recado dos aventureiros para todos os leitores...

AventureirosDaCuesta: 
"Viva cada dia, se aventure, aprecie a natureza e respeite-a, com consciência e segurança."

E nós aqui do JorgeDrew&Você juntamente aos queridos leitores do blog, com certeza, iremos levar pra sempre os conselhos destes corajosos e inspiradores guerreiros!! Muito obrigado pela conversa e pelas lindas fotos que encantam nossos olhos e nos fazem ter cada vez mais orgulho da nossa Botucatu cheia de natureza!! Adicione os Aventureiros no Facebook no perifl que eles tem com este mesmo nome! Finalizando, mais um pouco dos lugares que os "Paparazzis da Natureza" exploraram:






sexta-feira, 21 de novembro de 2014

"Por mais amador que seja, a dança sempre tem sua beleza" Bailarina Larissa Guerra: do interior para os palcos do mundo!

Você conhece Larissa Guerra?    

                      

"Nos pés as sapatilhas, no coração a fé, na mente a determinação e nas mãos um grande sonho á caminho da realidade!"  -Jorge Drew Fernando.

Após conquistar tudo o que ela queria no interior e na capital, agora ela vai para o estrangeiro conquistar o mundo! Suas expectativas e seu carisma nos contagiam e não resistimos á tentação de saber como está seu coração, sua mente e como é a sua história. 


Larissa Guerra (17 anos), a bailarina são-manuelence, acaba de receber, de um dos jurados que á prestigiaram no Festival "Dançar a Vida" realizado no mês de julho na cidade de Santos, o convite para se aprimorar na arte do ballet clássico na escola Pacific Dance Arts, do Canadá! Com direito á uma  bolsa de 75%, á partir do dia 22/11/2014,  a jovem irá mais do que nunca fazer jus ao que sua mãe Célia costuma dizer e "respirar balett" 24 horas por dia nessa nova fase de sua vida e grande empreitada em sua carreira.  


Tudo começa aos nove anos de idade, quando começou a fazer balé na Escola de Dança Oficina da Arte e nunca mais parou, tanto que lá virou sua segunda casa. No ano de 2009 a academia de São Manuel fez uma parceria com a Cia. Promodança, que durante o mês de Janeiro oferece um curso de férias na cidade de São Paulo. 


“Essa mesma companhia organizava vários festivais durante o ano, começamos a participar com frequência. Em 2009 e 2010 recebi o titulo de Demi Solista Júnior Regional, que envolve a região ao redor de Barra Bonita, em 2011 de Solista Júnior Regional e nos anos de 2012 e 2013 conquistei o titulo de Primeira Bailarina Junior Regional, e também de Segunda Solista Júnior Estadual de 2013, na cidade de São Paulo”, conta a bailarina. 

Com essas conquistas em seu currículo, a cia. paulistana começou a cobrar com mais veemência a presença de Larissa na capital paulista. 
O objetivo era promovê-la em outros concursos em nível estadual. 
Atendendo ao pedido, a bailarina se mudou para São Paulo, morar com a família de uma amiga também bailarina da qual ela diz ser sua segunda família, pois á cuidam muito bem. 
Chegando na terra da garoa, ela contou com o apoio da sua professora e amiga Paula Firetti (foto), a qual já conhecia dos cursos de férias. Ironia do destino, Larissa sempre se inspirou na barra bonitense Ana Paula Oioli, que hoje é a primeira bailarina da canadense Pacific Dance Arts, a mesma cia que convidou a jovem-são-manuelence para aprimorar os seus conhecimentos.

Ela está cheia de expectativas, planos e, claro, um frio na barriga que contagia á todos nós que torcemos por ela! Para conhecermos mais dessa artista das pontas, batemos esse papo super gostoso e sincero sobre tudo!
Confira só a entrevista com a jovem artista que promete orgulhar muito á todos que torceram á favor dela e aos que torceram contra também:


JorgeDrew&Você: Como e quando você estabeleceu que o balett deve ser sua profissão, seu maor foco na vida e não apenas um hobby? Como você descobriu isso e como foi para seus pais quando você disse que queria ser bailarina?


Larissa Guerra: A carreira de bailarina é algo bem difícil, por isso minhas idéias eram muito inconstantes. Ouve uma época no ano passado que estava querendo desistir, e como sempre fui muito religiosa, coloquei tudo nas mãos de Nossa Senhora em uma apresentação que fiz na igreja em homenagem a ela. A partir desse dia as coisas começaram a melhorar. Conquistei prêmios e fui me animando cada vez mais com o ballet, decidi vir para a metrópole aprimorar minha técnica, com meus pais sempre me apoiando muito. Independente da distancia, eles sempre priorizaram meu esforço para alcançar meus objetivos.


JorgeDrew&Você: O que acontece com você quando está dançando? O que passa em seu interior? Quem é voce no palco?


Larissa Guerra: Posso dizer que encontro o melhor de mim quando estou dançando. 
Simplesmente eu sinto que foi pra isso que eu nasci, pois é o que mais me traz prazer na vida! 
Em relação a quem eu sou em cena não há uma resposta concreta, pois em cada dança represento um personagem. Acredito que a melhor resposta seria que nunca sou eu mesma.

Assim como no Teatro, quando um bailarino está em cena deve esquecer toda sua vida pessoal e entrar em seu personagem, se concentrando ao máximo para que isso seja possível.



JorgeDrew&Voce:Como voce classifica a dança do interior de São Paulo? Já que voce começou na interior e agora está na grande capital, tem muita diferença? 
Larissa Guerra: Há muitas escolas de ballet ótimas no interior. Na minha visão a diferença é apenas nos bailarinos. Pelo fato de no interior ter menos concursos e consequentemente menos olheiros, os bailarinos acabam ficando desmotivados. Infelizmente para conseguir uma carreira é preciso vir busca-lá na cidade grande, pois se até aqui é difícil, no interior a situação é ainda mais complicada.


JorgeDrew&Voce: Como é sua rotina? Quanto dança por dia?

Larissa Guerra: Vou para a escola de manha, almoço, faço as liçoes de casa, e vou pro ballet as 15 hs, retornando só as 21 hrs. Nesse tempo faço aulas e ensaio.


JorgeDrew&Voce: Qual foi sua primeira relação com a Dança? Você se lembra?
Larissa Guerra: Minha primeira relação com a dança foi nas apresentações da escolinha quando eu estava no pré. O meu primeiro solo foi com 10 anos de idade, me senti realizada. Foi um grande passo para minha carreira.

JorgeDrew&Voce: Já enfrentou preconceito por conta de voce ser bailarina?
Larissa Guerra: Não me lembro de nenhum ato de preconceito por isso. No geral as pessoas admiram muito essa arte. Acredito que isso ocorre mais com o sexo masculino mesmo.

JorgeDrew&Voce: Qual a maior dificuldade que já passou na Dança?
Larissa Guerra: A maior dificuldade é ter que insistir naquele que voce faz de pior na área da dança sem desistir, que no meu caso são os giros, e acreditar que com o treino um dia voce conseguirá!

JorgeDrew&Voce: Seu maior objetivo para o futuro?
Larissa Guerra: Meu maior objetivo é ser uma profissional na dança, independente de ser dançando ou dando aula.
JorgeDrew&Voce: Como foi pra você sair do interior e começar á morar em São Paulo? A GRANDE SÃO PAULO, ainda mais morando na casa dos outros, como foi no começo e como está sendo agora?
Larissa Guerra: No começo foi bem difícil porque sou muito apegada aos meus pais, mas agora já acostumei e criei uma paixão enorme pela cidade grande. E fez bem para mim, pois foi uma preparação para o momento que vou passar agora que vou pro Canadá. Tinha muito receio de vir, mas já passei a amar aqui.


JorgeDrew&Voce: Com certeza já e falaram coisas do tipo "arte não dá dinheiro, vá ser médica ou advogada". Como voce reagee pensa em relação á esse modo de pensar que tantas pessoas tem?

Larissa Guerra: Não me preocupo com opinião de pessoas ignorantes a esse ponto. Acredito que voce amando o que faz nunca precisara trabalhar na vida. E em relação ao dinheiro não preciso de muito para me manter, rs.

JorgeDrew&Voce: Se não fosse bailarina, qual caminho voce teria seguido?
Larissa Guerra: Odontologia, sempre foi uma paixão particular também.

JorgeDrew&Voce: Voce acaba de ganhar como segunda solista senior da Promodança, conte como foi essa experiencia!

Larissa Guerra: Ganho títulos Promodança por 6 anos consecutivos, e cada ano é uma sensação nova. Ver sua evolução e ir subindo de título é uma das melhores conquistas que pode se viver.


JorgeDrew&Voce: Que danças você gosta e também pratica além do balé?

Larissa Guerra: Amo dança contemporânea, jazz musical e não vou negar que amo um samba também, rs.




JorgeDrew&Voce: Quais seus maiores ídolos na Dança e nas demais artes?

Larissa Guerra: Ana Paula Oioli é minha inspiração, Natalia Osipova e Paloma Souza também! Mas tem outras muitas que considero um espelho. Até porque o ballet é uma arte que abrange mais gente do que as pessoas imaginam e existe muita pessoa boa! (rs).


JorgeDrew&Voce: O que de mais bonito e de mais horrível voce já viu/viveu em vida?

Larissa Guerra: Vix, não sei.. de mais bonito acredito que foi minha festa de quinze anos surpresa, foi a realização de um sonho, um dia de conto de fadas que toda menina sonha haha e de mais horrível acho que foi me despedir dos meus pais pra vir pra são paulo. Foi difícil!


JorgeDrew&Voce: E no Balett, o que de mais feio e de mais bonito voce ja viu/viveu?

Larissa Guerra: No ballet a melhor coisa foi ser a protagonista do ballet Giselle na Promodança desse ano, que sempre foi meu sonho e meu ballet preferido. E de feio não da pra julgar, porque por mais amador que seja a dança, ela sempre tem sua beleza...


JorgeDrew&Voce: Uma frase que te marcou e diz muito sobre voce?
Larissa Guerra: Que minha coragem seja maior que meu medo e minha força tão grande quanto a minha fé!

JorgeDrew&Voce: O que é a VIDA?
Larissa Guerra: A vida pra mim é um jogo. Lutamos para ultrapassar obstáculos e alcançar nossos sonhos. A busca pela a realização destes é o que da sentido a vida.


JorgeDrew&Voce: De um conselho para quem está começando na arte do balett.
Larissa Guerra:
Não desistir, e não ligar para a opinião da massa. Se voce tem um sonho, e ama essa arte, o resto se conquista com trabalho e treino. Nunca podemos deixar alguem falar que não somos capazes de algo!!!!


Mais vídeos da bailarina:



Pas deu Dex Pássaro Azul- Larissa Guerra e Thales Géa':

https://www.youtube.com/watch?v=YcLdmwMLnlo



E é com muita satisfação que eu, Jorge Drew Fernando, encerro essa deliciosa entrevista com essa pessoa fantástica e bailarina fabulosa. Agradecendo muito a paciencia e o carinho de dividir conosco um pouco de si! Atendendo á vários pedidos de outras pessoas, eu fui atrás dela pedir entrevista e ela aceitou de primeira! Uma graça! Obrigado Larissa e uma boa viagem! Que voce possa concretizar e vir a realizar todos os seus sonhos. Seja mais do que feliz! Volte cheia de novidades e mais profissional do que nunca, hein! Abraços á todos e até a próxima entrevista! Até mais Larissa Guerra, que Deus lhe acompanhe!!